Estética do filme, estética da arte: a psicanálise da crítica do belo e do grotesco
Palavras-chave:
estética, cinema, filosofia, psicanálise, educaçãoResumo
Quando estamos a assistir um filme o percebemos como idênticos a nós mesmos e tal tese está bem explicitada na teoria que foi estabelecida pela apreciação de qualquer objeto universal por mentes particulares. O coeficiente matemático desta fenomenologia já foi demonstrado pela álgebra de Lacan em seus seminários. Enquanto método, a análise da imagem é uma segunda parte de nosso projeto sobre imaginação com todas os seus atos falhos e obscurantismos de percepção e devem ser observados mesmo em sala de aula, na prática educacional. Voltam então com toda a força a necessidade da imagem pura infantil da doutrina de Piaget e o pessimismo sobre a capacitação humana de perceber a realidade onde produz como antídoto miríades de representações falsas. O filme é isso. A arte não precisa comprovar ou provar nada matematicamente e por esta mesma razão pode ser arte em si mesma pura, descompromissada, a não ser com o paradigma do belo, ou por opção estética, do grotesco. Aqui em nossa reflexão tais padrões estéticos dependem apenas do estado psíquico da pessoa observadora de uma arte fílmica.
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