Uso racional de MIPs e segurança do paciente: evidências e lacunas na prática farmacêutica

Autores

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  • Isadora Huebra Soti Freitas Faculdade do Futuro image/svg+xml
  • Jhenifer Cristina Figueiredo dos Santos Faculdade do Futuro image/svg+xml
  • Mariana Moraes de Castro Faculdade do Futuro
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Palavras-chave:

Automedicação, Medicamentos isentos de prescrição, Uso racional de medicamentos, Atenção farmacêutica

Resumo

Objetivo: analisar criticamente as evidências sobre a atuação do farmacêutico na promoção do uso racional de medicamentos isentos de prescrição (MIPs), identificando padrões de uso, riscos associados e impactos das intervenções profissionais. Método: revisão integrativa de literatura, com abordagem descritiva, conduzida segundo recomendações PRISMA 2020. Foram incluídos 26 estudos (2016–2025), extraídos das bases PubMed, SciELO e Google Scholar. Aplicaram-se critérios explícitos de elegibilidade, seleção por revisores independentes e síntese narrativa categorial. Resultados: observou-se elevada prevalência de automedicação (até 78,4%), com predominância de analgésicos e anti-inflamatórios não esteroides. A produção científica concentrou-se entre 2020–2022, majoritariamente em delineamentos secundários. As evidências indicam associação consistente entre automedicação e eventos adversos, sendo a intervenção farmacêutica um fator protetor relevante. Discussão: a atuação farmacêutica demonstrou impacto positivo na qualificação do autocuidado, embora limitada por fragilidades estruturais e lacunas formativas. Identificou-se discrepância entre disponibilidade de MIPs e a competência de uso racional pela população. Considerações Finais: o farmacêutico é agente central na segurança do paciente e na racionalização do uso de MIPs, demandando fortalecimento de políticas públicas, qualificação profissional contínua e ampliação de serviços clínicos farmacêuticos.

Biografia do Autor

Camila Gama dos Santos Campbell, Faculdade do Futuro

Graduanda em Farmácia na Faculdade do Futuro.

Isadora Huebra Soti Freitas, Faculdade do Futuro

Graduanda em Farmácia na Faculdade do Futuro.

Jhenifer Cristina Figueiredo dos Santos , Faculdade do Futuro

Graduanda em Farmácia na Faculdade do Futuro.

Mariana Moraes de Castro, Faculdade do Futuro

Doutora em Biologia Celular e Estrutural.

Camila Gama dos Santos Campbell, Faculdade do Futuro

Mestre em Políticas Públicas e Desenvolvimento Local pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória.

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Publicado

25-10-2026

Como Citar

Gama dos Santos Campbell, C., Huebra Soti Freitas, I., Figueiredo dos Santos , J. C., Moraes de Castro, M., & Gama dos Santos Campbell, C. (2026). Uso racional de MIPs e segurança do paciente: evidências e lacunas na prática farmacêutica. Revista Educação, Meio Ambiente E Saúde, 16, e-123. Recuperado de https://remas.faculdadedofuturo.edu.br/remas/article/view/123

Edição

Seção

Revisão Integrativa de Literatura

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